Here I am, knowing that I can't feel any longer.
But that's ok.
Because the world could never feel me either.
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quinta-feira, 5 de março de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
Palavras.. Leva-as o vento!
Dizem-me muitas vezes que ''gostam'' muito de mim.
Não me digam isso por favor!
Não me digam que somos amigos se a minha opinião e amizade não contam!
Não me digam que gostam de mim se me vão ignorar quando vos apetece.
Palavras são só isso, palavras.
Mas eu prefiro que não as digam se não as sentem ou se não sabem o que isso significa.
Amizade para mim é um tipo de amor, e eu amo os os meus amigos, tal como amo a minha familia.
Se é para sermos conhecidos não me digam que somos amigos, é um desperdício da minha amizade e do meu tempo e faz-me sofrer.
Estou cansada de fingir que sou "normal", que não tenho picos de depressão em que penso em suicidar-me e choro incontrolávelmente.
Não peço que me ajudem ou que fiquem comigo nesses momentos.
Graças a Deus tenho Amigos de verdade, que estão comigo (há anos até!!) e realmente gostam de mim apesar disso.
Não sou um perigo para as outras pessoas, mas se me acham um perigo ou se se sentem ameaçados pela minha doença, por favor não voltem a falar comigo, nem se dêm ao trabalho de me olharem de lado por me acharem "estranha".
Isto já dura há tempo demais.
Está aqui a verdade toda para toda a gente ver.
Da minha parte não esperem mais máscaras.
Isso é para "pessoas normais".
Eu ando ás claras e não minto sobre aquilo que sou.
Não me digam isso por favor!
Não me digam que somos amigos se a minha opinião e amizade não contam!
Não me digam que gostam de mim se me vão ignorar quando vos apetece.
Palavras são só isso, palavras.
Mas eu prefiro que não as digam se não as sentem ou se não sabem o que isso significa.
Amizade para mim é um tipo de amor, e eu amo os os meus amigos, tal como amo a minha familia.
Se é para sermos conhecidos não me digam que somos amigos, é um desperdício da minha amizade e do meu tempo e faz-me sofrer.
Estou cansada de fingir que sou "normal", que não tenho picos de depressão em que penso em suicidar-me e choro incontrolávelmente.
Não peço que me ajudem ou que fiquem comigo nesses momentos.
Graças a Deus tenho Amigos de verdade, que estão comigo (há anos até!!) e realmente gostam de mim apesar disso.
Não sou um perigo para as outras pessoas, mas se me acham um perigo ou se se sentem ameaçados pela minha doença, por favor não voltem a falar comigo, nem se dêm ao trabalho de me olharem de lado por me acharem "estranha".
Isto já dura há tempo demais.
Está aqui a verdade toda para toda a gente ver.
Da minha parte não esperem mais máscaras.
Isso é para "pessoas normais".
Eu ando ás claras e não minto sobre aquilo que sou.
sábado, 29 de junho de 2013
thought of the day:
I really need to stop missing people that don't belong in my life and don't deserve to be missed.
Now that was some girlie thinking!
fuck the world. - Emo mode... ON!
Now that was some girlie thinking!
fuck the world. - Emo mode... ON!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Resumo dos últimos tempos... :/
Ando a tentar não escrever...
Mas a verdade é que aconteceu tanta coisa estes últimos tempos...
Bem comecemos pelo facto de que tenho feito uns cursos de 50 horas (socorrismo e alemão), fiz uma amiga lá, e senti-me por uns tempos de volta àquele sentimento de camaradagem familiar que eu tanto gosto..
A minha amiga tem 4 filhos, um de 15 anos, um de 12, um de 8 e um de 2 anos.. Houve uma altura em que ela me pediu para tomar conta deles enquanto ela ia tirar um curso á noite, de animação. E eu acedi.
Foi complicado, eu trabalho das 10 ás 6 e depois ia tomar conta dos filhos da minha amiga até á meia noite.. (o curso era só até ás 11 mas ela ia ter com o marido ao café e ficavam a beber umas cervejas lol...)
A dada altura o meu ex namorado começou a ter umas atitudes que me magoaram um bocado.. Num dia em que eu estava mais sensível e triste, essa amiga convidou-me para ir a casa dela passar o serão porque um dos filhos fazia anos.
Tudo corria bem até que a minha amiga e o marido têm uma discussão, nisto ela diz que ele é como Hitler e ele chama-a de ignorante.. E, vira-se para mim e diz que a culpa é minha porque sou uma má influência para ela.. (Pelos vistos sou boa o suficiente para tomar conta dos miúdos mas não sou boa o suficiente para ser amiga da mulher dele...)
Entretanto discuti mais com o meu ex e num momento em que precisava de um amigo perguntei-lhe se podia ir ter com ela... Bem... Não pude ficar muito tempo porque o marido estava quase a chegar a casa...
Agora veio falar comigo no facebook a dizer que não percebe porque é que eu estou chateada e não quero falar com ela..
Bem.. Ser amiga das pessoas ás escondidas nunca foi a minha cena.
Porque raio é que comigo as coisas se desmoronam sempre todas ao mesmo tempo!
Esperemos que o ano novo seja melhor.
Mas a verdade é que aconteceu tanta coisa estes últimos tempos...
Bem comecemos pelo facto de que tenho feito uns cursos de 50 horas (socorrismo e alemão), fiz uma amiga lá, e senti-me por uns tempos de volta àquele sentimento de camaradagem familiar que eu tanto gosto..
A minha amiga tem 4 filhos, um de 15 anos, um de 12, um de 8 e um de 2 anos.. Houve uma altura em que ela me pediu para tomar conta deles enquanto ela ia tirar um curso á noite, de animação. E eu acedi.
Foi complicado, eu trabalho das 10 ás 6 e depois ia tomar conta dos filhos da minha amiga até á meia noite.. (o curso era só até ás 11 mas ela ia ter com o marido ao café e ficavam a beber umas cervejas lol...)
A dada altura o meu ex namorado começou a ter umas atitudes que me magoaram um bocado.. Num dia em que eu estava mais sensível e triste, essa amiga convidou-me para ir a casa dela passar o serão porque um dos filhos fazia anos.
Tudo corria bem até que a minha amiga e o marido têm uma discussão, nisto ela diz que ele é como Hitler e ele chama-a de ignorante.. E, vira-se para mim e diz que a culpa é minha porque sou uma má influência para ela.. (Pelos vistos sou boa o suficiente para tomar conta dos miúdos mas não sou boa o suficiente para ser amiga da mulher dele...)
Entretanto discuti mais com o meu ex e num momento em que precisava de um amigo perguntei-lhe se podia ir ter com ela... Bem... Não pude ficar muito tempo porque o marido estava quase a chegar a casa...
Agora veio falar comigo no facebook a dizer que não percebe porque é que eu estou chateada e não quero falar com ela..
Bem.. Ser amiga das pessoas ás escondidas nunca foi a minha cena.
Porque raio é que comigo as coisas se desmoronam sempre todas ao mesmo tempo!
Esperemos que o ano novo seja melhor.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Memories and loose thoughts..
Uma das coisas que me fez sair de casa tao cedo foi o querer ter controlo, sobre mim mesma, sobre a minha vida, sobre as minhas escolhas e opções.
Aos poucos sei que quando enveredei por esse caminho tornei-me mais bruta, ás vezes ainda fico muito na defensiva..
Afinal de contas, para me conhecer tenho de me distanciar um bocado dos outros...
Tudo começa por uma opinião...
Uma opinião que alguém que nos é querido tem, e basta isso para nos fazer pensar da maneira errada, em vez de pensarmos no assunto, pensamos em agradar á pessoa, copiando a sua opinião.
E é assim que começa o destruir de uma identidade..
Lentamente começamos a dissolver-nos e a transformar-nos em cópias, máscaras.
Até que pouco resta e ninguém, nem nós próprios nos reconhecemos, e passado algum tempo perguntamos todos..
Afinal quem é esta pessoa?
Percorri essa estrada e voltei, agora tenho de achar um meio termo.
Afinal, toda a gente tem direito á sua própria opinião, mesmo que seja sobre a vida alheia...
Aos poucos sei que quando enveredei por esse caminho tornei-me mais bruta, ás vezes ainda fico muito na defensiva..
Afinal de contas, para me conhecer tenho de me distanciar um bocado dos outros...
Tudo começa por uma opinião...
Uma opinião que alguém que nos é querido tem, e basta isso para nos fazer pensar da maneira errada, em vez de pensarmos no assunto, pensamos em agradar á pessoa, copiando a sua opinião.
E é assim que começa o destruir de uma identidade..
Lentamente começamos a dissolver-nos e a transformar-nos em cópias, máscaras.
Até que pouco resta e ninguém, nem nós próprios nos reconhecemos, e passado algum tempo perguntamos todos..
Afinal quem é esta pessoa?
Percorri essa estrada e voltei, agora tenho de achar um meio termo.
Afinal, toda a gente tem direito á sua própria opinião, mesmo que seja sobre a vida alheia...
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Memories.. Máscaras e disfarces..
Há bocado ouvi uma música que me lembrou da minha adolescência..
Lembro-me de andar na rua, quase a correr.. Sempre com roupa vários tamanhos acima (porque finalmente tinha possibilidade de escolher o que vestir.. E escolhi esconder-me.. Talvez também porque sempre me senti inadequada, um bocado invisível também.. Mas dado que era muito tímida acho que isso era inevitável.. )
Eu caminhava muito rápido, não corria porque uma senhora não corre.. É feio.. Mas caminhava rápido porque quanto mais rápido chegasse ao destino mais rápido ficava a salvo.. Não de um inimigo imaginário.. Mas quase..
Talvez de mim própria.. Mas principalmente a salvo de ser vista.
De alguém por engano reparar que eu existia. Andava também sempre de cabeça baixa para não olhar ninguém nos olhos..
Por muitos anos foi esse o meu disfarce fora de casa.
A roupa larga, os olhos no chão e o andar a correr..
Em casa tinha sempre o disfarce da menina bonita, que nem sempre conseguia disfarçar o facto de a amargura dos pais a fazer encher-se de um rancor que não sabia de onde vinha, e que o demonstrava a responder torto com uma raiva mal contida por vezes..
Acho que posso dizer que era raiva da vida, de mim, dos meus pais, da minha avó..
Deste país que apesar de me aceitar sendo uma pessoa de cor... Bem.. Demorou porra!
Olho para trás e percebo que isso foi necessário, para que a minha personalidade se formasse.
Tal como foram necessárias todas as minhas aventuras e desventuras..
Hoje apetecia-me desabafar.. Mas dou por mim que se calhar em certos aspectos da minha vida isso já não é necessário, já faz parte do passado. Já são capítulos de uma estória que avançou para partes mais felizes amortecendo assim as lágrimas do passado.
Lembro-me de andar na rua, quase a correr.. Sempre com roupa vários tamanhos acima (porque finalmente tinha possibilidade de escolher o que vestir.. E escolhi esconder-me.. Talvez também porque sempre me senti inadequada, um bocado invisível também.. Mas dado que era muito tímida acho que isso era inevitável.. )
Eu caminhava muito rápido, não corria porque uma senhora não corre.. É feio.. Mas caminhava rápido porque quanto mais rápido chegasse ao destino mais rápido ficava a salvo.. Não de um inimigo imaginário.. Mas quase..
Talvez de mim própria.. Mas principalmente a salvo de ser vista.
De alguém por engano reparar que eu existia. Andava também sempre de cabeça baixa para não olhar ninguém nos olhos..
Por muitos anos foi esse o meu disfarce fora de casa.
A roupa larga, os olhos no chão e o andar a correr..
Em casa tinha sempre o disfarce da menina bonita, que nem sempre conseguia disfarçar o facto de a amargura dos pais a fazer encher-se de um rancor que não sabia de onde vinha, e que o demonstrava a responder torto com uma raiva mal contida por vezes..
Acho que posso dizer que era raiva da vida, de mim, dos meus pais, da minha avó..
Deste país que apesar de me aceitar sendo uma pessoa de cor... Bem.. Demorou porra!
Olho para trás e percebo que isso foi necessário, para que a minha personalidade se formasse.
Tal como foram necessárias todas as minhas aventuras e desventuras..
Hoje apetecia-me desabafar.. Mas dou por mim que se calhar em certos aspectos da minha vida isso já não é necessário, já faz parte do passado. Já são capítulos de uma estória que avançou para partes mais felizes amortecendo assim as lágrimas do passado.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Tentar não custa..
fico a olhar para o ecrã..
Sei que não há nada a dizer.
Assim não!
Assim NÃO!
Ressoa uma voz na minha cabeça.
Não há nada que eu possa fazer.
Já se estava mesmo à espera não?
Uma desgraça nunca vem só como diz o outro..
Não sei o que dizer..
Não sei o que fazer e..
Não consigo dormir..
Sei que não há nada a dizer.
Assim não!
Assim NÃO!
Ressoa uma voz na minha cabeça.
Não há nada que eu possa fazer.
Já se estava mesmo à espera não?
Uma desgraça nunca vem só como diz o outro..
Não sei o que dizer..
Não sei o que fazer e..
Não consigo dormir..
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Pesadillas
Sonhei que o mundo acabava e as pessoas fugiam todas..
Eu, voltava para trás para vir buscar a minha coelha.
Quando chegava aonde quer que a coelha estivesse presa, já alguém a tinha soltado e eu nao a encontrei.
De repente, olho para trás e vejo que toda a gente se foi embora.
Por mais ridiculo que seja.. Cheira-me que se o mundo acabasse amanhã, ficaria presa num sitio qualquer com pessoas que provavelmente me dizem muito pouco a nível pessoal..
Tenho tanto.. Tanto! Que queria dizer a esse respeito...
Mas sinto-me demasiado triste para conseguir passar para escrito os pensamentos que me assomam á cabeça..
Toda a minha vida foi um batalhar constante, pela minha individualidade.. Pela busca de mim mesma.. Pelo inconformismo em relação ao acto de "socializar só porque sim", e não obstante..
Ao escrever isto, tudo em mim se revolta, algo em mim me diz que estou certa! Algo em mim me diz para não me entregar á bicharada..
Mas a ansiedade deixada pelo pesadelo ainda está presente, faz-se notar pelo aperto no fundo do meu estômago.
E, de repente a minha carapaça protectora de caranguejo parece-me muito pesada para carregar sozinha..
Eu, voltava para trás para vir buscar a minha coelha.
Quando chegava aonde quer que a coelha estivesse presa, já alguém a tinha soltado e eu nao a encontrei.
De repente, olho para trás e vejo que toda a gente se foi embora.
Por mais ridiculo que seja.. Cheira-me que se o mundo acabasse amanhã, ficaria presa num sitio qualquer com pessoas que provavelmente me dizem muito pouco a nível pessoal..
Tenho tanto.. Tanto! Que queria dizer a esse respeito...
Mas sinto-me demasiado triste para conseguir passar para escrito os pensamentos que me assomam á cabeça..
Toda a minha vida foi um batalhar constante, pela minha individualidade.. Pela busca de mim mesma.. Pelo inconformismo em relação ao acto de "socializar só porque sim", e não obstante..
Ao escrever isto, tudo em mim se revolta, algo em mim me diz que estou certa! Algo em mim me diz para não me entregar á bicharada..
Mas a ansiedade deixada pelo pesadelo ainda está presente, faz-se notar pelo aperto no fundo do meu estômago.
E, de repente a minha carapaça protectora de caranguejo parece-me muito pesada para carregar sozinha..
terça-feira, 6 de julho de 2010
Do you really need to lose me to find yourself..?
Vêem-me á cabeça momentos, lugares cheiros..
De noites que passaram sem que eu sentisse este vazio imenso, esta dor que me come por dentro..
De noites que viraram dias..
Fiz 23 anos hoje..
23 anos porra!
De noites que passaram sem que eu sentisse este vazio imenso, esta dor que me come por dentro..
De noites que viraram dias..
Fiz 23 anos hoje..
23 anos porra!
Cada vez menos sou uma menina..
Cada vez mais caminho.. Para coisa alguma..
Hoje passou-me pela cabeça que...
Cada vez mais caminho.. Para coisa alguma..
Hoje passou-me pela cabeça que...
Felicidade...
Felicidade seria saber que os dias se tornam em meses e os meses se tornam em anos..
E não nos importar-mos.. porque.. de alguma forma já temos tudo o que precisamos!
E não nos importar-mos.. porque.. de alguma forma já temos tudo o que precisamos!
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