Não te prometo que consigas mudar as minhas lágrimas nocturnas.
Não te prometo que me cures a insónia ou as paranóias.
Mas prometo-te que vou tentar, mesmo.
Que vou tomar banho sempre que me sinta suja por dentro.
Até que a àgua lave este medo todo.
Prometo-te que vou ao médico mas não prometo deixar de fumar.
Acalma-me, torna-me mais eu.. Mais tu.
Prometo-te ser adulta e pensar melhor antes de reagir.
Prometo-te o mundo, o céu e a lua.
Mas não prometo deixar de ser sensivel.
Sabes que não somos assim, tu e eu.
A nossa sensibilidade vai mais além. E há-de sempre ir.
A propósito, prometo dar mais atenção ao animal que há em nós.
Sim, ao animal, ao meu eu interior que rosna quando soa o alarme.
Prometo dar-lhe bifes e presunto.
Prometo tratá-la bem e abraçá-la.
Ela reconhece antes de conhecer.
Gosto disso nela.
Prometo tratar-te melhor.
Tu mereces vá.
Anda menina ergue a cabeça.
Enche o peito, fuma um cigarro.
Prometo-te a lua!
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Última carta a um desconhecido.
Se eu te perdoo?
Claro que sim, eventualmente claro. Posso é guardar algum rancor e eventualmente ficar com repulsa de ti. Cobardia masculina é uma coisa que simplesmente não consigo engolir com dois dedos de conversa.
A verdade é que perdoei a minha mãe, sabes? Perdoei-a mesmo. Ela morreu e eu não posso cobrar nada a uma morta, alimentar esse tipo de raivas só me faz mal.
No entanto não esqueço...
Ela abandonou-me.
Trouxe-me para este país e voltou para o seu..
Mesmo sabendo que estava em guerra!
Ela preferiu voltar para um país em guerra do que ficar comigo e tentar ser uma mãe. Tentar ser o que eu precisava.
Pelo que me disseram ela provavelmente deixou-me pelos seus próprios vícios mesquinhos.
Tal como tu. Tu preferes ficar com os teus vícios e a tua vida de pequenez e desemprego do que tentar fazer uma vida nova comigo. Se eu te perdoo essa cobardia?
Claro meu amor..
Claro.
Mas não esqueço!
Afinal de tudo não nos podemos esquecer que, se eu sou instável e difícil é maioritariamente pelos tropeções que dei na vida. Ser abandonada pela minha mãe foi o primeiro. Ser abandonada por ti será o último seguramente.
Claro que sim, eventualmente claro. Posso é guardar algum rancor e eventualmente ficar com repulsa de ti. Cobardia masculina é uma coisa que simplesmente não consigo engolir com dois dedos de conversa.
A verdade é que perdoei a minha mãe, sabes? Perdoei-a mesmo. Ela morreu e eu não posso cobrar nada a uma morta, alimentar esse tipo de raivas só me faz mal.
No entanto não esqueço...
Ela abandonou-me.
Trouxe-me para este país e voltou para o seu..
Mesmo sabendo que estava em guerra!
Ela preferiu voltar para um país em guerra do que ficar comigo e tentar ser uma mãe. Tentar ser o que eu precisava.
Pelo que me disseram ela provavelmente deixou-me pelos seus próprios vícios mesquinhos.
Tal como tu. Tu preferes ficar com os teus vícios e a tua vida de pequenez e desemprego do que tentar fazer uma vida nova comigo. Se eu te perdoo essa cobardia?
Claro meu amor..
Claro.
Mas não esqueço!
Afinal de tudo não nos podemos esquecer que, se eu sou instável e difícil é maioritariamente pelos tropeções que dei na vida. Ser abandonada pela minha mãe foi o primeiro. Ser abandonada por ti será o último seguramente.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
So, wich way now?
Algo que não consigo definir...
Uma dor no peito, uma vontade incontrolável de chorar, um sentimento de abandono.
Não percebo e não gosto.
E estou farta de estar triste.
Uma dor no peito, uma vontade incontrolável de chorar, um sentimento de abandono.
Não percebo e não gosto.
E estou farta de estar triste.
sábado, 10 de setembro de 2011
O tempo passa..
O tempo passa.. As pessoas crescem.. Mudam, transformam-se.. E continuam a gostar das mesmas merdas.. A querer as mesmas coisas, mas continuam também a não lutar pelo que querem..
Eu luto.. e hei-de morrer de pé.. Doa a quem doer..
Porque EU valho a pena!
Eu luto.. e hei-de morrer de pé.. Doa a quem doer..
Porque EU valho a pena!
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