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domingo, 22 de abril de 2012

Carta a um desconhecido IV

"She's taking her time, to justify all the hurt inside."
Não estou propriamente zangada, não estou triste.
Acho que estou desapontada, e vazia.

As tuas emoções enchem esta casa, não há espaço para as minhas.
Posso perdoar, e perdoei.
Mas não esqueço!

Não consigo explicar a nossa relação, não consigo explicar o que sinto por ti neste momento, não consigo dizer mais nada que não seja mágoa.

Ontem odiava-te.

hoje não sei o que sinto.
Apenas sei que me verguei ao máximo, que fiz o mais que pude, e que daqui para a frente tens de ser tu. não consigo mais, começo a sentir-me como um boneco que se verga á tua vontade e já nem me reconheço.

Já não sei nada, hoje só quero dormir e acabar com mais um dia já que é tudo que tenho, dias que se sucedem a noites e não sei nada nem consigo sentir nada.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Até que ponto?

Até q ponto a "afinidade" que tenho com as pessoas é autêntica?
Até que ponto não sou apenas um passatempo..
Até que ponto realmente me conhecem as pessoas?
Até que ponto a minha paixão por pessoas lugares e momentos me traz algo?
Até que ponto tudo o que sinto me faz bem?
Isto de ser intensa e dar-me por inteiro.. Até que ponto me faz bem??
Até que ponto as pessoas realmente gostam de mim?
A partir de que momento passo a ser supérflua?
Até que ponto realmente existo na vida das pessoas?















Até que ponto realmente sou amada? :S









Why does life has to be this hard...?